quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Programa para gerenciar suas finanças

Observando um pouco mais atentamente a nossa sociedade moderna, percebe-se claramente a influência que o dinheiro exerce sobre as pessoas, e como a ganância e a cobiça imperam. A sociedade impõe às pessoas, implicitamente (ou seria explicitamente?), um estilo de vida em que acumular bens e correr atrás da prosperidade material é o que conta.

Os que seguem esta filosofia logo se deparam com as conseqüências dessa escolha. Os relacionamentos com as pessoas, a família, a ética e a moral, o bom senso e, muitas vezes, os princípios e valores fundamentais são sacrificados porque a ganância por riquezas foi colocada em primeiro lugar.

"Quem ama o dinheiro jamais terá o suficiente; quem ama as riquezas jamais ficará satisfeito com os seus rendimentos". Eclesiastes 5:10

Mais cedo ou mais tarde, sendo ou não bem-sucedidos no propósito de acumular dinheiro e bens, percebem que estão correndo em vão, atrás de um objetivo vazio. Descobrem que o que realmente buscam é uma vida significativa, relevante, uma vida de contentamento, ou seja, algo que o dinheiro, mesmo com a falsa sensação de poder e segurança que ele proporciona, não pode oferecer.

"Cuidado! Fiquem de sobreaviso contra todo tipo de ganância; a vida de um homem não consiste na quantidade dos seus bens". Lucas 12:15

Você quer uma vida relevante, verdadeiramente significativa? Liberte-se da ganância! Não corra em vão.

Neste programa você encontrará orientações para equilibrar a sua vida financeira, de acordo com a perspectiva bíblica, para não mais ser escravo do dinheiro e da ganância, nem ser enganado pelos valores materialistas que regem a nossa sociedade de consumo, mas para honrar o Senhor e cumprir o propósito de Deus em sua vida.

"Assim, se vocês não forem dignos de confiança em lidar com as riquezas deste mundo ímpio,quem lhes confiará as verdadeiras riquezas?" Lucas 16:11

Baixe o Programa aqui!

terça-feira, 14 de outubro de 2008

O homem que andou com Deus


Você está disposto a ouvir a Deus?

No tempo de Enoque a revelação especial não era escrita, como a temos hoje na Bíblia. Deus falava diretamente, e o ensino era transmitido de pai para filho.
Enoque, através dos seus país, recebeu o conhecimento de Deus e aprendeu a amá-lo. Transmitiu este conhecimento aos seus filhos, ensinando-os a viver piedosamente e em íntima comunhão com Deus, como ele mesmo viveu.
Deus falava, e ainda fala, àqueles que estão dispostos a ouvir e a obedecer. Ele falou com Caim, mas ele não estava disposto a obedecer, então Deus parou de falar com ele. Deus quer falar com você, encontrará receptividade e obediência?

Como foi nos dias de Noé

Talvez você argumente que naquele tempo fosse mais fácil obedecer a Deus. Nada disto! Lembra-se que após alguns anos Deus enviou o dilúvio para destruir toda a raça humana? Sabe porque? Devido ao nível de perversão e depravação que os homens haviam chegado, tal a maldade, crueldade, impureza e toda sorte de corrupção e violência que cometiam.
Foi neste ambiente que viveu Enoque, foi neste ambiente que ele criou os seus muitos filhos, manteve comunhão com Deus e fez a sua vontade.

Fazendo a diferença

Enoque fez diferença no meio de uma geração pervertida e má. E tanto o mundo não o mereceu que Deus decidiu levá-lo para si, sem que ele experimentasse a morte. Ele ficaria melhor juntinho do Pai celestial.
Como precisamos de homens e mulheres que façam diferença em nossa geração como Enoque fez na sua. Homens consagrados ao Senhor, que busquem ter comunhão diária com Ele; que vivam na dependência dele. Isso certamente significará desafiar e se opor à moral, a cultura e ao espírito da nossa época.
Neste ponto te desafio com a seguinte reflexão: A nossa geração está melhor do que a de Enoque? Certamente que não! Os dias de hoje estão muito semelhantes aos dias dele. Mas, lá havia um Enoque a ser usado, e hoje, quem Deus vai usar?
Enoque viveu trezentos e sessenta e cinco anos antes de ser arrebatado e isso nos capacita a extrair algumas lições desta preciosa vida.

Dependência de Deus

Primeira lição: Enoque pecou? A Bíblia diz que "todos pecaram" e que "não há um justo sequer". Certamente ele pecou. Se entendermos que ele viveu trezentos e sessenta e cinco anos, e sua vida é resumida em apenas quatro versos, percebemos que o autor identifica apenas os aspectos mais importantes da vida dele e dos demais que aparecem.
Moisés, em apenas cinco capítulos, narra dois mil anos aproximados de história. Não dá para entrar em detalhes, entende? Somente Adão e Jesus foram perfeitos. Adão, é claro, falhou. Portanto, só Jesus foi perfeito e imaculado.
Então, andar com Deus, fazer a vontade de Deus, agradar a Deus, não é viver sem pecar, isto seria impossível. Mas um elemento se destaca na vida de Enoque: A fé e a dependência de Deus no dia a dia, isso fez toda a diferença em relação aos demais.
Enquanto os outros faziam a sua própria vontade, Enoque procurava ouvir a Deus e ter comunhão diária com Ele. Isto com certeza significou sacrifícios, luta contra os desejos carnais e contra as paixões que dominavam a sua época, os seus contemporâneos. Mas desta forma ele agradou a Deus.
Fazer a vontade de Deus é ter uma vida de fé e dependência continua nele, é lutar contra os desejos e paixões carnais, esta atitude leva a pessoa a ter uma vida diferente da dos demais.

Cada dia com Deus

Segunda lição: Enoque andou com Deus, trezentos e sessenta e cinco anos. É certo que não dá para viver tanto tempo nos dias atuais não é mesmo? Mas dá para viver trezentos e sessenta e cinco dias do ano com Deus, firmes, sem vacilar. Isto é um desafio matematicamente interessante. Este é o desafio de Enoque, viver, a cada dia do ano, com Deus.

Ao encontro de Deus

Terceira lição: Somente a fé pode nos levar ao encontro de Deus. A trasladação de Enoque é uma figura do arrebatamento da Igreja de Jesus, quando ele, um dia, nos levará para si, eternamente.
Jesus afirmou: Como aconteceu nos dias de Noé, assim também será nos dias do Filho do homem. Comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até o dia em que Noé entrou na arca, e veio o dilúvio e os destruiu a todos. (Lucas 17:26-27).
Enoque viveu dias que antecederam ao dilúvio, portanto esta declaração se aplica aos seus dias. Jesus disse que os acontecimentos que antecederão a sua vinda seriam idênticos aos que ocorreram antes do dilúvio. E os nossos dias estão extremamente semelhantes aos de Enoque e Noé, portanto, a vinda de Cristo se aproxima, quando ele irá arrebatar e levar para si os que lhe pertencem, os que vivem uma vida de fé e fazem a sua vontade.
Por isso, já em seu tempo, Enoque pregava com veemência: Vede, o Senhor vem com milhares de seus santos, para fazer juízo contra todos. (Judas v. 14, 15).

Conclusão

Precisamos pregar contra a impiedade e viver com Deus, pois a segunda vinda de Cristo é iminente e muitos precisam ser alcançados pela sua graça salvadora.
Somente dois homens tiveram o privilégio de ser trasladados sem provar a morte: Enoque e Elias. Entretanto, todos podem ter o privilégio de, pela fé, se encontrarem um dia com o Senhor Jesus, isso é, todos os que fazem a vontade de Deus. Seja um destes, vivendo como um Enoque de Deus em nossa geração.

Texto extraído e adaptado do livro "4 Homens e Um Segredo" de Jair Souza Leal.

terça-feira, 7 de outubro de 2008

UPH – O QUE É ISTO ?

O HOMEM COMO LIDER ESPIRITUAL

Segundo as Escrituras, Deus conferiu ao homem uma responsabilidade especial de liderança na família e na Igreja. Todavia, liderança não significa dominação ou controle, mas capacidade de iniciativa, tomada de decisões, orientação e cuidado, sempre tendo em vista o bem-estar e a prosperidade dos liderados.Existem passagens que parecem atribuir ao homem uma posição superior, tais como Gn. 3:16; I Cor. 11:3, 8-9; Ef. 5:23; I Tim. 3: 4,2.Todavia, essa é uma área, como muitas outras, em que a realidade do pecado humano produz distorções que violam o propósito de Deus. Dois extremos podem ocorrer nesse contexto:

1) Homens que se recusam a ser líderes, revelando-se passivos, acomodados, negligentes quanto aos seus deveres como esposos e crentes;
2) Homens que revelam-se agressivos, autoritários, dominadores, igualmente afastando-se dos padrões de Deus para os seus filhos.

O grande modelo e exemplo para o homem cristão é Jesus Cristo. Cristo certamente era possuidor de uma grande autoridade, mas os seus ensinos e exemplo revelam um conceito de liderança bastante diferente do que muitas vezes encontramos na sociedade. Ver, por exemplo, MT. 11:29; 20:26-28; João 13:12-15.As exortações apostólicas têm as mesmas ênfases, ver: Ef. 5:21, 25-29; 6:4; CL 3:19,21; 4:1 ; I Pe. 3:7; 5:1-3.Portanto, a liderança masculina deve ser exercida com firmeza, mas também com moderação, humildade, espírito de serviço e amor.

Uma das áreas em que essa liderança é mais necessária é a área espiritual. O homem tem a responsabilidade de promover a vida espiritual do seu lar, pelo ensino, pelo exemplo, por iniciativas práticas.Exemplos: aproveitar as oportunidades para ensinar aos filhos as verdades bíblicas; praticar o culto doméstico de maneira alegre, informal e participativa; cultivar uma atmosfera de amizade, companheirismo e respeito; ser um bom esposo e pai; valorizando a família e gastando tempo para fortalecer os vínculos familiares, ver: Dt. 6:5-7, 20-21; 11:18-21; Pv. 22:6; 29:17.Exemplos bíblicos de líderes espirituais: Josué (Js. 24:15); Jó (1:5); Isaías (Is. 8:18).

O MINISTÉRIO DOS HOMENS PRESBITERIANOS


A atuação dos Homens Presbiterianos pode ser muito ampla, dentro e fora da Igreja.

1.- DENTRO DA IGREJA
• Um dos primeiros objetivos das UPHs é oferecer aos homens oportunidades de companheirismo e confraternização. Assim como as mulheres gostam de encontrar-se com as suas amigas, os jovens com outros jovens, os homens também tem a necessidade psicologia e social de se relacionarem com indivíduos do seu gênero. A UPH proporciona aos homens cristãos a oportunidade de se confraternizarem de maneira saudável e construtiva.
• A UPH dá aos homens da Igreja a oportunidade de cultivarem a sua vida espiritual ouvindo preletores, estudando as Escrituras e orando.Exemplos de Temas para estudos bíblicos: Jó – A história de um homem que defrontou-se com a adversidade; Daniel - Como manter-se leal a Deus no meio das pressões da sociedade; Lições sobre a vida no livro de Provérbios; Estudo de relacionamentos masculinos em I Samuel; Epistola aos Galatas – A liberdade do homem cristão.
• Os homens também podem aprender sobre suas necessidades específicas: como relacionar-se melhor com a esposa e os filhos, como lidar com tentações (área sexual e outras), como enfrentar problemas no trabalho e na vida financeira, como lidar com os desafios de diferentes faixas etárias (meia-idade, maturidade, velhice).
• Outras atividades: Cursos de treinamento de liderança; café ou jantar mensal; palestras sobre temas que interessam os homens; auxilio a homens da Igreja que estão procurando emprego, estão passando por dificuldades várias, estão sozinhos, etc.
• A UPH deve ainda atuar na vida mais ampla da Igreja. Os objetivos da Igreja devem ser também os objetivos da UPH.

2.- FORA DA IGREJA
• Área missionária: a UPH pode envolver-se com atividade de cunho evangelístico (visitas, testemunhos, distribuição das Escrituras e literatura cristã) em presídios, hospitais, asilos, ruas e outras instituições.
• A área de assistência social também é muito apropriada para o trabalho dos homens: recolhimento e distribuição de donativos (em parceria com a Junta Diaconal), visitas e apoio a pessoas necessitadas, trabalho voluntário em instituições sociais. Outros exemplos: Construção de casas para pessoas pobres; banco de materiais de construção (oriundos de reformas) e de móveis usados; captação de recursos para causas sociais ( churrasco, jantar, almoços, etc.); doação de sangue, etc.
•Atividade missionária, plantando Igrejas em cidades, bairros próximos a sua Igreja, evitando que se gaste dinheiro com missionários nas proximidades.
• Oferecer voluntariamente as instituições educacionais, para fazer ou promover palestras educativas sobre temas atuais.


Rev. Dr. ALDERI SOUZA DE MATOS

Extraído do site oficial da UPH. Texto completo em http://www.ipb.org.br/uph/